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A Aula Magna é, de forma incontestável, uma das melhores e mais emblemáticas salas portuguesas, sobretudo, graças à sua notável arquitectura, qualidade acústica e perfil intimista. Detentora de uma incontornável presença histórica, pelo seu palco têm passado ao longo de décadas as mais importantes figuras do meio artístico nacional e internacional. Primordialmente concebida pelo arquitecto Daciano Costa como palco privilegiado para o uso da palavra, nomeadamente em actos e cerimónias académicas, a sala tem acolhido, ao longo de décadas, eventos de quase todas as naturezas, evidenciando a versatilidade do espaço. Com 1430 lugares no seu anfiteatro, a sala dispõe de um palco amplo com 185 m2, em forma de trapézio, e de uma singular grande porta de palco corrediça que comunica com o Átrio dos Passos Perdidos. Como espaço vasto e estruturalmente dinâmico, é ideal para concertos amplificados ou acústicos, de todos os quadrantes musicais: recitais de música clássica, ópera, espectáculos de dança, espectáculos teatrais. A sua acústica é, também, perfeita para a realização de colóquios, conferências, congressos, convenções, cerimónias e de outros eventos de natureza sociocultural, científica e académica.
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